GC 511: “Antes da
criação do homem, existiam anjos; pois, quando os fundamentos da Terra foram
lançados, "as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os
filhos de Deus rejubilavam". Jó 38:7.”
Estudo das Escrituras Sagradas de forma detalhada, e o mais importante: segundo os critérios de interpretação bíblicos. Do que se aborda há três categorias: Temas, Perguntas e Sermões. ENVIE SUAS PERGUNTAS DE TEMAS E TEXTOS DIFÍCEIS DA BÍBLIA E EU TEREI O MAIOR PRAZER EM RESPONDÊ-LO.
sábado, 4 de novembro de 2017
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
TEMA 12 - Quem é o Arcanjo Miguel?
Introdução
- Os anjos tem,
individualmente, diferentes capacitações e hierarquias (veja Querubim;
Serafim), e são
altamente organizados (Rm 8.38; Ef 1.21; 3.10; Cl 1.16), Dois dos anjos
mais importantes
sao Gabriei (Dn 8.16; 9.21; Lc 1.19,26) e Miguel, o arcanjo (Dn 10.13,21; 12.1;
Judas 9; Ap 12.7). – (Dic. Wycliffe, pág. 138).
Significado
de Arcanjo na bíblia
A palavra arcanjo aparece
duas vezes na bíblia.
*I Ts 4:16;
*Jd 1:9;.
- “Arc”
provém do prefixo grego archi, mas palavras correlatas como arché e archon
também devem ser consideradas.
Arche
significa princípio e também envolve idéia de governo e autoridade. É traduzida
como “governo” em I Coríntios 15:24 na bíblia inglesa King James; por
“principado” em Efésios 1:21 e “primeiros rudimentos” em Hebreus 5:12. Archon
significa “príncipe”, “governador”. Arche e archon às vezes são empregados em
relação a nosso Senhor, como na expressão “Anjo do Senhor”. Arche é empregado
messianicamente em Isaías 9:6, onde na Septuaginta (tradução de Bagster) é
vertido por “governo” na expressão “cujo governo” [arche] está sobre Seus
ombros [do Messias].
No Novo
Testamento, nosso Senhor Jesus é chamado “o princípio” [arche] (Cl 1:18),
também “Alfa e Ômega”, o princípio [arche] (Apoc; ver também Ap 22:13).
Archon é frequentemente traduzido por
“governador”, “príncipe”, etc. Contudo é empregado uma vez no Novo Testamento
em relação a Jesus, “o soberano” [archon]
dos reis da Terra” Ap 1:5).
Archon
é por vezes empregado em sentido messiânico, e assim se refere a Cristo nosso
Salvador. Ele é um “príncipe [archon] e governador dos povos” (Is 55:4) Ele é
Aquele que será “condutor [archon] em
Israel” (Mq 5:2, versão Septuaginta de Bagster).
Outra
palavra grega com o mesmo prefixo archi é archegos, derivada de archi e
hegeomai ou ago – “conduzir”, etc.
O termo
archegos como se encontra na Septuaginta é geralmentevertido pela tradução de
Bagster como “cabeça”, “capitão”, “chefe”, “governador”, “príncipe”, etc.
No Novo
Testamento, porém, é empregado unicamente com referência a nosso Senhor. Ele é
referido como Capitão – “o capitão [archegos]
da salvação deles” (Hb 2:10); como autor – “o autor [archegos] da fé Hb 12:2; algumas versões trazem à margem a
observação “iniciador”; como Príncipe. – “Príncipe [archegos] e Salvador” At 15:31); e “Autor [archegos] da vida” (At 3:15, à margem “autor”).
O estudo
das palavras gregas acima demonstra que, por vezes, eles foram aplicados a
Cristo nosso Senhor; mais ainda, que archegos
no Novo Testamento em todos os casos se aplica a Jesus.
À luz do que foi exposto, cremos que
“o divino Filho de Deus, um de cujos títulos é “Miguel, o arcanjo”, é o
dirigente dos exércitos angelicais. Para nós, , contudo, de modo algum Lhe
subtrai a divindade, como também não Lhe subtraiu o fato de ter se tornado
homem e assumido nossa carne...
Nos
escritos judaicos, Miguel é reconhecido como o Advogado em Israel, o mediador
em muitas maneiras. – (Questões sobre Doutrinas, pág. 90 e 91).
Quero transcrever duas
afirmações importantes do Comentário Bíblico Adventista:
CBA, Vol. 7, pág. 250,
comentário de I Ts 4:16: “Arcanjo. Do gr. Archaggelos “anjo principal”,
“primeiro anjo”, composto de archi, um prefixo que denota “liderança” ou
“importância”, e aggelos, anjo, portanto, “o líder dos anjos”. No NT, a palavra
archaggelos ocorre apenas aqui e em
Judas 9, em que Miguel é declarado arcanjo. Este comentário apóia o ponto de
vista de que Miguel é nosso Senhor, Jesus Cristo...”
CBA, Vol. 7, pág. 896,
comentário de Ap 12:7: Miguel. Do gr. Michael, transliteração do heb. Mika’el,
que significa “quem [é] como Deus?” Miguel é chamado de “um dos primeiros
príncipes” (Dn 10:13), “o grande príncipe (Dn 12:1) e também de “o arcanjo” (Jd
9). A literatura judaica descreve Miguel como o maior dos anos, o verdadeiro
representante de Deus e O identifica como o anjo de Yahweh...Uma análise das
passagens bíblicas sobre Miguel leva à conclusão de que Ele é o próprio Senhor
e Salvador Jesus Cristo...
-
Arcanjo: significa: “primeiro anjo” ou “anjo principal”;
Significado de Miguel na
bíblia
O vocábulo Miguel aparece
cinco vezes na bíblia.
*Dn 10:13;
*Dn 10:21;
*Dn 12:1;
*Jd 1:9;
*Ap 12:7;
- Miguel:
significa “quem é semelhante a Deus”;
No
hebraico, “semelhante” significa “igual” (ver João 5:18; 19:7).
Na bíblia, apenas Jesus ou Satanás são apresentados como
príncipes (Js 5:14 e 15; Is 9:6; Dn 8:11 e 25; 9:25; At 5:31; Jo 12:31;
14:30; 16:11 Ef 2:2). Em Dn 8:11, 25, 10:13, 21, 12:1 há referências explícitas
a Jesus como príncipe e em Ap 12:1, há uma alusão implícita. Interessante é que
não são apenas os Adventistas do Sétimo Dia que identificam Miguel com o Senhor
Jesus Cristo. Comentaristas como João Calvino, Matthew Henry, entre outros,
tiveram a mesma opinião! Também é importante salientar que a mesma Bíblia que chama
a Miguel de “um dos primeiros príncipes” diz ser Ele “o vosso príncipe” (Daniel
10:21) e “o grande príncipe” (Daniel 12:1). Comparando esses textos com Isaías
9:6 e Atos 5:31, não podemos ter dúvidas de que o Ser aí mencionado é Cristo
(Mark Finley em Revelando os Mistérios do
Apocalipse, 125).
“A literatura judaica descreve a Miguel como o mais
elevado dos anjos, o verdadeiro representante de Deus, e o identifica como
“anjo de Yahweh”, o qual se menciona com frequência no Antigo Testamento como
um ser divino” (Dicionário Bíblico
Adventista do 7º Dia [CD ROM, espanhol).
Na literatura pseudo-epígrafa, por exemplo, Miguel é
apresentado como um dos sete anjos celestiais (1 Enoque 20:1 a 7; 81:15; 90:21
e 22; Tobias 12:15), e um dos quatro que se encontram mais próximos do trono de
Deus (1 Enoque 9:1; 40:1 a 10; 54:6; 71:8, 9 e 13). Essas tradições
extrabíblicas têm sido usadas por muitos comentaristas contemporâneos para
alegar que Miguel é apen.as um anjo, criado por Deus, que exerce a função de
principal líder das hostes angélicas (citado em http://www.biblia.com.br/perguntas-biblicas/arcanjo/quem-e-o-arcanjo-miguel/).
“MIGUEL, O
ARCANJO. Nome e título de um ser
celestial mencionado em Judas 9 como estando a contender com o diabo a respeito
do corpo de Moisés. O nome Miguel ocorre também em Daniel 10:13, 21; 12:1 como
um dos “primeiros príncipes” dos judeus, que tinha estado a ajudar a Gabriel na
corte da Pérsia, quem somente concedeu a Gabriel o conhecimento do futuro e que
livraria o povo de Daniel de seus inimigos no fim do tempo. O contexto requer
que Miguel seja considerado como um ser sobrenatural. Em Apoc. 12:7, Miguel
ordena as forçar angélicas na grande batalha no céu que resultou na expulsão de
Lúcifer e seus anjos. Em cada caso o nome ocorre no contexto do conflito com
Satanás. Clemente de Alexandria, Orígenes e Dídimo se referem a Judas 9 como
uma citação do pseudepígrafo Assunção de Moisés, grandes porções do qual,
porém, não contêm tal declaração.
Os
*Mileritas e outros definiram Miguel, o Arcanjo, com Cristo. Em uma exposição
de Dan. 12:1 *Guilherme Miller escreveu: “Miguel, nesta passagem, deve
significar Cristo; Ele é o grande Príncipe, e Príncipe dos príncipes” (Evidences
From Scripture and History of the Second Coming of Christ, 1840, pp. 108, 209). Outros
comentários estabelecem três principais argumentos para defender Miguel como
simplesmente outro nome de Cristo: (1) A declaração em Judas 9. (2) A voz de
Cristo é a voz do Arcanjo (I Tim. 4:16). (3) Miguel é chamado um príncipe (Dan.
12:1) como Cristo o é (Is. 9:6, 7; Ez. 37:25; Dan. 8:25; 9:25; At. 5:30, 31)
(F. H. Berick, The Lord Soon to Come,
pp. 137-139{1854}).
A
maioria dos ASD têm defendido que Miguel é o Cristo. Baseado nessa e outras
passagens das *Escrituras, os ASD concluem que Miguel não é outro senão Cristo
- “Arcanjo” não no sentido de ser o anjo mais elevado (chefe entre iguais), mas
de ser regente das hostes angelicais (infinitamente maior do que eles). De
acordo com I Tim 4:16 a voz do arcanjo é ouvida quando Cristo, o Filho de Deus,
chama os mortos. Tendo em vista o fato de que Miguel significa, “Quem é igual a
Deus?” e que a rebelião de Satanás era essencialmente um desafio da divindade e
prerrogativas de Cristo como o Filho de Deus, o nome é particularmente adequado
no contexto do conflito com Satanás, no qual ele sempre ocorre. Veja SDABC,
7:706.” (citado na Encic. ASD, vocábulo Miguel).
Jesus
é identificado com o anjo do Senhor várias vezes no AT:
*Ex 32:24,29-30 e Os 12:4-5;
*Ex 3:1-6;
*Ex 23:20-21 (Mc 2:7);
*Jz 6:14;
*Jz 13:6,21-22;
*Is 63:9;
*Ml 3:1;
O que a bíblia indica é
que o anjo do Senhor tinha a missão de guiar a coletividade e agir em prol do povo
de Israel (Ex 14:19; 23:20-23; Is 63:9)
O culto aos anjos não é
permitido (Cl 2:18; Ap 19:10; 22:8-9);
Conclusão:
- Há um paralelo que fazem referência à mesma
pessoa: Jesus – (I Ts 4:16 e - Jo 5:28-29);
- Jesus é descrito como
líder dos anjos (I Pd 3:22);
- Os anjos adoram Jesus,
o Miguel [semelhante a Deus] (Fp 2:10; Hb 1:6);
- Cristo é maior que os
anjos (Hb 1:4; Ef 1:21).
O Arcanjo Miguel não pode
ser um anjo, pois os anjos são seres criados (Cl 1:16).
PERGUNTA 19 - Mt 27:3-5 afirma que Judas por ocasião de sua morte saiu para se enforcar e At 1:18-19, que precipitou-se. Como harmonizar estes textos? Judas Iscariotes, o traidor de Jesus, se enforcou ou morreu numa queda?
Textos em questão:
Mt 27:3-5: Então
Judas, o que o traíra, vendo que fora condenado, trouxe, arrependido, as trinta
moedas de prata aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos, dizendo: Pequei,
traindo o sangue inocente. Eles, porém, disseram: Que nos importa? Isso é
contigo.
E ele, atirando para o templo as moedas de prata, retirou-se e foi-se enforcar.
E ele, atirando para o templo as moedas de prata, retirou-se e foi-se enforcar.
At 1:18-19: Ora, este adquiriu um campo com o galardão da iniquidade; e, precipitando-se, rebentou pelo meio, e todas as suas entranhas se derramaram. E foi notório a todos os que habitam em Jerusalém; de maneira que na sua própria língua esse campo se chama Aceldama, isto é, Campo de Sangue.
Teses sustentadas:
- Judas morreu enforcado;
- Judas morreu no precipício;
- Judas
morreu enforcado e se precipitou em seguida;
- Judas
morreu enforcado e inchou-se dias depois;
- A bíblia estaria se
contradizendo;
Algumas
observações importantes fazem o comentarista WILLIAM HENDRIKSEN: “Não é
claro por que isso deve considerar-se como estando em conflito com o relato de
Lucas: “e precipitando-se, rompeu-se pelo meio, e todas as suas entranhas se
derramaram” (At 1.18). Se ele se enforcou em uma árvore situada sobre um alto
penhasco, acima do vale, e se então a corda rompeu-se e o traidor caiu sobre o
terreno rochoso, então o resultado bem que poderia ser o descrito no livro de
Atos. Naturalmente, essa tentativa de harmonização pode ser errônea. Pode haver
uma outra e melhor explicação, mas pelo menos não há razão alguma para gritar:
“Discrepância!” (Com. Do NT WILLIAM HENDRIKSEN –Mateus, vol. 2, pág. 624).
Outros comentaristas fazem
observações importantes:
“Três
tradições independentes acerca da morte de Judas circulavam na comunidade
cristã. Mateus transmitiu uma dessas tradições. Uma segunda provém da passagem
diante de nós, em Atos. Eusébio de Cesaréia registra uma terceira, que recebeu
dos escritos de Papias, Bispo de Hierápoüs (c. 128 d.C.). Mateus introduz a sua
história acerca do suicídio de Judas, dizendo que ele se enforcou enquanto
Jesus foi enviado para apresentar-se diante de Poncio Pilatos (27:3-10). O
relato de Lucas dá um intervalo de tempo, pelo menos suficiente para que Judas
comprasse uma propriedade.
De acordo
com Atos, Judas adquiriu uma propriedade. Ele caiu e arrebentou pelo meio.
Todos os seus órgãos internos se derramaram. Devido ao fato de o sangue de
Judas ter-se derramado sobre a propriedade, o povo de Jerusalém passou a
chamá-la Acéldama, isto é, Campo de Sangue. Mateus apresenta outra razão para o
nome do campo. Depois que Jesus foi preso pelas autoridades judaicas, e levado
perante Pilatos, Judas entristeceu-se pelo que havia feito. Voltou aos
sacerdotes, declarou que havia traído sangue inocente, e lançou as trinta
moedas de prata no piso do Templo. Depois, retirou-se e enforcou-se. Os
sacerdotes deliberaram acerca do assunto de como dispor do dinheiro e,
finalmente, compraram um campo, que converteram em cemitério para estrangeiros.
O lote de terra tornou-se o que chamaríamos de “Colina das Despedidas”. A
tradição de Papias assevera que Judas inchou e foi esmagado em uma rua estreita
por uma carreta.” – (Com. Bíb. Broadman, vol. 10, pág. 37).
“Sua
recusa fê-lo (talvez depois de um intervalo de demorada reflexão) arremessá-lo
para o santuário (naos) do
templo. Foi enforcar-se. Este detalhe e os seguintes não contradizem Atos 1:18,
19. São possíveis diversos modos de harmonização.” – (Com.
Moody, com. De Mateus, pág. 142).
“Embora
os três Evangelhos Sinóticos falem do pacto que Judas Iscariotes fez com os
príncipes dos sacerdotes para trair Jesus, e os três registrem a traição,
somente Mateus narra o remorso e o suicídio do traidor.” –
(Comentário Beacon, vol. 6, pág. 182)
Não concordamos com a posição de Warren W. Wiersbe
“Atos
1:18,19 ajuda a esclarecer esses acontecimentos. Judas afastou-se sozinho,
lamentando profundamente seu crime e, por fim, enforcou-se. Ao que parece, o
corpo só foi descoberto alguns dias depois, pois foi encontrado inchado e com
as entranhas expostas, possivelmente porque o galho da árvore onde o suicida
havia se amarrado tinha quebrado, e a queda tinha ocasionado a ruptura do
cadáver.” – (Com. Bíb. Expositivo do NT, vol. 1, pág. 130).
“Judas viu que suas
súplicas eram em vão e precipitou-se da sala, exclamando: É tarde! É tarde!
Sentiu que não poderia viver para ver Jesus crucificado e, em desespero, foi
enforcar-se.
Mais tarde, naquele mesmo dia, a caminho da sala de Pilatos para o
Calvário, houve uma interrupção nos gritos e zombaria da turba ímpia que levava
Jesus ao lugar da crucifixão. Ao passarem por local retirado, viram ao pé de
uma árvore, sem vida, o corpo de Judas. Era uma cena horripilante. Seu peso
rompera a corda em que se pendurara à árvore. Ao cair, rebentara-se-lhe
terrivelmente o corpo, e cães o estavam agora devorando. Seus restos foram
imediatamente enterrados e ocultos às vistas; houve, porém, menos escárnios entre
a turba e muitos rostos pálidos revelavam os pensamentos interiores.” – (DTN 722-723).
“Quando Judas percebeu que suas súplicas não dariam resultado, saiu
correndo da sala, gritando: "É tarde, é tarde demais!" Sentiu que não
podia suportar a crucifixão de Jesus e, em desespero, foi e enforcou-se.
Mais
tarde, naquele mesmo dia, quando conduziam Jesus do tribunal de Pilatos ao
Calvário, as zombarias e os insultos da turba vil foram interrompidos quando
passaram por um lugar ermo e viram, junto a uma árvore seca, o corpo sem vida
de Judas.
Era
um quadro repugnante. O peso do corpo havia rompido a corda e, ao cair,
mutilara-se horrivelmente. Os cães agora o devoravam. Os restos foram
imediatamente enterrados longe da vista de todos. A zombaria, porém, diminuiu e
o rosto pálido de muitos revelava os fortes temores de seu íntimo”. – (VJ 122).
Conclusão: Alguns autores, como
Mateus Henry, parecem defender que Judas teria morrido enforcado. A posição de
Ellen White é a mesma ou parecida com as defendidas por WILLIAM
HENDRIKSEN, Broadman, Moody, Beacon, R. N. Champlin etc.
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